7.3.09
5.3.09
the human beasts
Esta Sexta-feira, a partir das 23 horas, no Shmoo Café, em Coimbra, estarei presente com os meus amigos El Mariachi e Themoteo Suspiro a passar discos. The Human Beasts Rock DJ Set ao vivo, suados e a cores, mono e stereo, sempre com a envolvência sensual do rock. Apareça quem estiver por perto. Já agora, preciso de um favor... Pretendo beber até desfalecer; alguém se oferece para me trazer o carro de volta?Nota: eu sou o Stage Blood, não o valter hugo mãe, ok?... Só para evitar que apareçam por lá a contar com o valter, como da última vez em Leiria. Obrigado.
3.3.09
2.3.09
1.3.09
correio da manhã, 30 anos
o prazo para participar acaba no dia 7 de março
28.2.09
o espaço que se segue é da exclusiva responsabilidade do tempo de antena
27.2.09
23.2.09
20.2.09
19.2.09
noite culta
na escola de frei joão
(antigo ciclo preparatório) em vila do conde
conversa com valter hugo mãe
(antigo estudante da frei joão)
informal e sem rede.
aberto à população.
entrada grátis e esperada de
muita gente que queira vir ver, afinal,
como está a escola da nossa terra
noite de culto
18.2.09
17.2.09
13.2.09
12.2.09
11.2.09
programa lado b, de pedro esteves, número 208 com textos do casadeosso
o excelente pedro esteves, responsável pelo programa lado b, surpreendeu-nos com a sua emissão número 208 por utilizar passagens deste blogue acompanhando uma selecção musical belíssima. e podem descarregar o programa limpinho e sem espinhas neste endereço, onde se guardam também as demais emissões. obrigado ao pedro pelo interesse, pelo cuidado e, sobretudo, pelo resultado que nos deixou mesmo mesmo contentes
este é o alinhamento musical do programa:
patrick bell - london, england (snow)
sunbears! - song 5 [it's to late] (for everyone)
william fitzsimmons - please don’t go (goodnight)
sin fang bous - a fire to sleep in (clangour)
the most serene republic - jazz ordinaire (phages)
10.2.09
9.2.09
correntes d'escritas
«vaticanadas». josé saramago, no seu blogue, irrita-se com o que me irrito também há muito tempo. irritem-se também, caramba. de uma vez por todas
«Ou vaticanices. Não suporto ver os senhores cardeais e os senhores bispos trajados com um luxo que escandalizaria o pobre Jesus de Nazaré, mal tapado com a sua túnica de péssimo pano, por muito inconsútil que tivesse sido e certamente não era, sem recordar o delirante desfile de moda eclesiástica que Fellini, genialmente, meteu em Oito e Meio para seu e nosso gozo. Estes senhores supõem-se investidos de um poder que só a nossa paciência tem feito durar. Dizem-se representantes de Deus na terra (nunca o viram e não têm a menor prova da sua existência) e passeiam-se pelo mundo suando hipocrisia por todos os poros. Talvez não mintam sempre, mas cada palavra que dizem ou escrevem tem por trás outra palavra que a nega ou limita, que a disfarça ou perverte. A tudo isto muitos de nós nos havíamos mais ou menos habituado antes de passarmos à indiferença, quando não ao desprezo. Diz-se que a assistência aos actos religiosos vem diminuindo rapidamente, mas eu permito-me sugerir que também serão em menor número até aquelas pessoas que, embora não sendo crentes, entravam numa igreja para disfrutar da beleza arquitectónica, das pinturas e esculturas, enfim de um cenário que a falsidade da doutrina que o sustenta afinal não merece.
Os senhores cardeais e os senhores bispos, incluindo obviamente o papa que os governa, não andam nada tranquilos. Apesar de viverem como parasitas da sociedade civil, as contas não lhes saem. Perante o lento mas implacável afundamento desse Titanic que foi a igreja católica, o papa e os seus acólitos, saudosos do tempo em que imperavam, em criminosa cumplicidade, o trono e o altar, recorrem agora a todos os meios, incluindo o da chantagem moral, para imiscuir-se na governação dos países, em particular aqueles que, por razões históricas e sociais ainda não ousaram cortar as sujeições que persistem em atá-los à instituição vaticana. Entristece-me esse temor (religioso?) que parece paralisar o governo espanhol sempre que tem de enfrentar-se não só a enviados papais, mas também aos seus “papas” domésticos. E digo ainda mais: como pessoa, como intelectual, como cidadão, ofende-me a displicência com que o papa e a sua gente tratam o governo de Rodriguez Zapatero, esse que o povo espanhol elegeu com inteira consciência. Pelos vistos, parece que alguém terá de atirar um sapato a um desses cardeais.»
6.2.09
londres
5.2.09
4.2.09
vêm aí concertos dos mão morta à maneira. daqueles para soltar os animais que vivem dentro de nós. vou ferrar. eu vou ferrar
| Teatro Sá da Bandeira | Porto | ||
| Centro de Artes do Espectáculo | Portalegre | ||
| Auditório | Torres Vedras | ||
| São Mamede | Guimarães | ||
| Auditório | Alcochete | ||
| Cinema São Jorge | Lisboa | ||
| Auditório | Abrantes |
quatro de fevereiro
divulgação - iniciativa do ferve em prol de quem se anda para aqui a queimar
«MAYDAY 2009 – O LUGAR ONDE NOS ENCONTRAMOS
De há uns anos a esta parte, diversos países têm vindo a assinalar o dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador/a, alertando especificamente para a situação dos/as trabalhadores/as precários/as. Esta iniciativa é conhecida como MayDay* e decorreu pela primeira vez em Portugal, em Lisboa, em 2007.
A expressão do descontentamento do precariado faz-se na rua, com uma parada que agrega trabalhadores/as sujeitos/as às actuais expressões da desregulação laboral: falsos recibos verdes, contratos a prazo, intermitência no espectáculo, desemprego, desemprecariedade, trabalho temporário ou estágios sem remuneração.
Após duas edições bem sucedidas em Lisboa, gostaríamos de dar amplitude a este descontentamento no Porto, unindo vontades e vozes múltiplas. A iniciativa parte do FERVE, mas dirige-se a todos: associações, sindicatos, companhias, colectivos, movimentos e pessoas interessadas em promover a mudança.
Por isso, convidamos-te a participar na primeira Assembleia Pública de discussão desta iniciativa, a decorrer no dia 10 de Fevereiro, às 21h30, no MAUS HÁBITOS (Rua Passos Manuel, 178, 4º andar - Porto).
*MayDay é um termo utilizado nas comunicações radiofónicas, marítimas ou aeronáuticas que significa "urgência" ou "socorro" e que deriva do francês "m'aidez" (ajudem-me).
MayDay 2008: http://maydaylisboa.blogspot. com
Precários Inflexíveis: http://www. precariosinflexiveis.blogspot. com»
2.2.09
verídico. deve haver gente que sabe criar cogumelos no lado de baixo do colchão. não pensei viver até um tempo tão avançado. é brilhante, sinceramente, é brilhante
1.2.09
31.1.09
john martyn
30.1.09
29.1.09
28.1.09
câmara de lobos
26.1.09
22.1.09
21.1.09
divulgação - colectivo silêncio da gaveta, para o dia mundial de poesia
20.1.09
novas edições


obrigado a quem compra e lê os meus livros. acabo de receber a
notícias de que, nos próximos dias, estarão nas livrarias a quarta edição de «o remorso de baltazar serapião» e a terceira de «o apocalipse dos trabalhadores». chancela da quidnovi. em 2009 será ainda reeditado o meu primeiro romance, «o nosso reino», esgotado há mais de um ano. manifesto assim o meu contentamento mas, sobretudo, a gratidão porque me é muito caro que de facto leiam e possam apreciar o meu trabalho, um trabalho tão dentro da pele quanto o amor que sinto pelos livros e pela escrita
19.1.09
joão aguardela
17.1.09
16.1.09
15.1.09
quinze de janeiro
13.1.09
12.1.09
11.1.09
rodrigues da silva
10.1.09
blogue convidado do público

9.1.09
8.1.09
«a natureza revolucionária da felicidade» - esgotado
e agradeço o interesse de todos quantos correram, bem como farei o que puder para que a noite do dia 22 seja especial.
muito obrigado, fazem uma revolução na minha felicidade
joão bénard da costa deixará a cinemateca
agora, sabe-se que jbc deverá abandonar a cinemateca por motivos de saúde, e perante a saúde as ganas de mandar vão-se abaixo. lamento que assim seja, porque jbc é um dos nossos mais valiosos pensadores do cinema e autor das mais interessantes crónicas e, por aí, seria excelente para todos nós podermos contar com ele até eternamente.
mas se o motivo é lamentável, o afastamento de jcb da cinemateca é, para mim, necessário. o mesmismo também ali chegou e estou convencido de que uma cabeça nova, com vontade de fazer o que ainda possa ser feito, é essencial em todas as instituições. a hipótese de pedro mexia ficar à frente da casa parece-me fantástica e alegra-me. reconheço seriedade ao seu trabalho e acredito que seja para si fascinante fazer mais pelo cinema em portugal, como acredito que usará a imaginação que indubitavelmente tem para suceder.
vivo em vila do conde, cidade que deixou de ter um cinema há vinte anos e que se tem compensado com um cineclube que já foi mais dinâmico. neste espaço geográfico teria alguma oportunidade de me acudir do porto para ver clássicos em modos, assim postos em tela grande como os filmes a sério são feitos para se ver. e:
- agride-me que a dinamização cinéfila do porto não tenha nunca passado pela iniciativa da cinemateca, que nunca se propôs e apenas se disponibilizou, quando lhe pareceu, para colaborações pontuais.
- agride-me que, quando se levantou a hipótese da criação de um pólo da cinemateca no porto, a posição imediata de jbc tenha sido de desprezo da ideia, certamente porque gerir as duas casas e obrigar-se a vir ao porto mais vezes não lhe interessaria de modo algum.
se isto, por si só, não revela a miopia da cinemateca em relação às suas genuínas funções de divulgadora do cinema, então já não entendo nada. ou as instituições só devem colmatar lacunas e potenciar os seus serviços quando as pessoas se manifestam? e foi preciso o quê? uma petição de vips? e era só o que precisávamos, agremiar vips para levar a cinemateca a fazer algo pelo resto do país (que manifestamente vai mais longe do que as pontes vasco da gama ou vinte e cinco de abril)?
7.1.09
«a natureza revolucionária da felicidade» - quintas de leitura
como de costume, a procura de bilhetes para estes espectáculos é elevada, pelo que havia prometido a amigos e leitores avisar através do blogue sobre o momento de início de venda. não se enganem, os bilhetes são colocados à venda quinta dia 8, e o espectáculo acontece na quinta-feira dia 22 de janeiro. normalmente, em dois dias podem ficar esgotadas as entradas
glória ribeiro / paulo vasconcelos
bilheteira@tca-porto.pt
telef: + 351 22 6063000
piano: pedro pereira
concerto acústico: slimmy
6.1.09
5.1.09
2008
2008 em miúdos e de modo parcial.
um fait divers para tempos livros, tempos discos e assim
2.1.09
mais do mesmo
«Apercebemo-nos de que as coisas estão a correr realmente mal quando se torna totalmente irreprimível a vontade de falar, de falar alto, de dizer BASTA !
Israel iniciou mais uma campanha totalmente criminosa na faixa de Gaza, alegadamente contra os militantes do Hamas. Com recurso a bombardeiros F-16 iniciou um bombardeamento sobre uma das regiões mais densamente povoadas do planeta cujas fronteiras o mesmo Israel vedou previamente. Neste momento as bombas caem sobre uma região com uma população semelhante à de Lisboa, mas de menor área, e de onde ninguém pode sair. Acrescente-se a isto o facto de o encerramento das fronteiras ser em ambos os sentidos, de modo que já há muito tempo que os abastecimentos normais de uma comunidade se deixaram de realizar. De vez em quando Israel abre um posto fronteiriço e permite a entrada de abastecimentos que agora são sempre de carácter humanitário, uma vez que o isolamento forçado tem vindo a provocar uma situação de autêntico desastre humanitário, com carência alimentar generalizada, escassez de medicamentos, falta de abastecimentos de toda a ordem, etc…( para não falar das consequências desastrosas que a interrupção de todo o fluxo de pessoas e mercadorias acarreta do ponto de vista estritamente económico)
Este acto pretende atingir o Hamas, mas qualquer pessoa com um mínimo de bom senso percebe, olhando para as fotos que nos têm chegado, que os mortos entre os civis são obrigatoriamente mais que muitos. Nunca é demais lembrar que ao povo palestiniano está vedada pela lei internacional a criação de um exército e que os ataques de rockets por parte dos palestinianos são feitos com recurso a material rudimentar, e que é este o único modo que os resistentes de Gaza têm de se oporem à ocupação (e mil outras violências que a nossa imprensa livre raramente refere), e de se insurgirem contra a indignidade que são vítimas quotidianamente. Ao longo de um ano aconteceram centenas de ataques de rockets palestinianos contra território israelita (que em rigor não o é por ser resultado de ocupação ilegal à luz da lei internacional, e em violação de um numero recorde de resoluções das Nações Unidas) que causaram a morte a 8 israelitas. Desde anteontem a vingança suja do exército “moral” de israel matou 320 palestinianos e feriu 1400. Até antes de anteontem, e desde a recente vitória do Hamas em eleições livres, monitorizadas pela OSCE , o exército Israelita já tinha assassinado mais de 13oo palestinianos. Tal estado de coisas têm a sua continuidade garantida por via do beneplácito dado às acções de Israel por parte de vários países ocidentais, liderados pelos EUA, esse grande exportador de democracia.
Estou mais que nunca convicto de que a internet há-de ser uma ajuda, por pequena que seja, uma vez que que graças a ela este desabafo há-de ir mais longe que as paredes do meu quarto. Se mensagens como esta se multiplicarem, talvez os donos do mundo se apercebam subitamente de que somos milhões a observá-los, a eles, absortos nos seus festins de sangue.
Os tempos estão perigosos e trazem à memória sombras funestas do passado…hoje em dia é mais difícil que nunca, em parte graças à internet, dizer, quando coisas assim acontecem, que “não sabíamos”…sou mais uma vozinha a clamar, se calhar no deserto, mas este post é o testemunho de que a mim nunca ninguém me poderá incluir no número dos que viu e calou.
P.S. este post é para continuar. Para já, deixo ficar uma imagem bem ilustrativa do rumo que têm levado as constantes negociações.»
1.1.09
30.12.08
29.12.08
26.12.08
24.12.08
bom natal
19.12.08
17.12.08
atenção lisboa para colaboração com o fotógrafo nelson d'aires - leiam o texto que ele colocou no blogue dele

«fui convidado para fotografar Lisboa durante 24 horas seguidas enquanto ao mesmo tempo todas as outras capitais europeias estão também a ser fotografadas por um fotógrafo/a. infelizmente não tive e não terei tempo para preparação. não faz mal, terá que ser feito engenho a partir do pouco que se tem. é aqui que vocês ou os vossos amigos e conhecidos podem participar... procuro sugestões e pessoas que vivam ou trabalhem em Lisboa e que gostassem de ser fotografadas por mim nesse dia! preciso de fotografar cada uma das 24 horas e por isso não tenham vergonha e peço descaradamente ajuda na vossa participação. pode ser fotografar o INEM durante a madrugada, como pode ser a fornalha de um padeiro. o quarto de um estudante ou a varanda de um escritor. a vassoura de quem limpa a madrugada ou o crepúsculo de quem não tem casa. o vermelhar de um nascimento ou uma visita às flores de uma lápide. não há muito tempo e resta-me a esperança de alguém ler, distribuir estas palavras rápidas e esperar que alguém me escreva ou me telefone com vontade em participar.
nelson d'aires
e o blogue do nelson está aqui
casa de dois
o quê
16.12.08
publicidade que recebi de uma revista amiga e de qualidade
o cepia – centro de estudos performativos e artísticos orgulha-se de apresentar o n2 da entre o vivo, o não-vivo e o morto. projecto semestral que continua a trabalhar na divulgação e partilha de pensamento(s), tentando criar um espaço aberto e de publicação acessível.
chega o segundo número da revista entre o vivo, o não-vivo e o morto, e com ele os textos de fernando machado silva, hugo milhanas machado (prémio literário josé luis peixoto 2008), josé manuel martins, marta bernardes, rui cancela, sílvia ramalho e vítor moreira. uma entrevista a jp simões conduzida por gonçalo frota. e onde todos os textos foram ilustrados por isotta dardilli (trabalhos que podem ser visto em www.isotype.it ou www.isottadardilli.com). as páginas centrais vão apresentar o trabalho de tamara alves.
impressa em offset (processo antigo de impressão, que dá uma qualidade e predurância maiores) e desenhada por isabel bilro, a entre o vivo, o não-vivo e o morto está disponível por 3,50€ (portes incluídos); para isso basta enviar um e-mail para revista@cepia-web.org. em breve anuncio os locais onde estará à venda, não por todo o país, mas por grande parte dele, espero.
9.12.08
1.12.08
29.11.08
27.11.08
18.11.08
folclore íntimo

a cosmorama edita a recolha da minha poesia no volume folclore íntimo. são mais de dez anos de poesia considerados: revistos, adulterados, aumentados. não tarda a chegar às livrarias. também pode começar a ser pedido directamente à editora. para quem quer receber primeiro no conforto da sua casa
eu estou gordo, nunca ficaria assim numa fotografia)
14.11.08
12.11.08
quinta-feira 13, às 22h, no passos manuel. sofrerei por um euro
mensagem que recebi do meu amigo fernando f. vilarinho
No passado dia 4 de Novembro faleceu com 88 anos (nasceu a 3 de Janeiro de 1920) um dos mais ilustres livreiros-alfarrabistas portugueses: José Maria da Costa e Silva (Almarjão). Fundou em 1956 a bem estimada Livraria Histórica e Ultramarina , um dos maiores maiores alfarrabistas de livros sobre os Descobrimentos do mundo (e possivelmente o maior estabelecimento alfarrabista de Portugal), outrora situada na Travessa da Queimada (Bairro Alto), tendo mudado há cerca de ano e meio para a Rua José Lins do Rego. José Maria da Costa e Silva, conhecedor da sua arte e ele mesmo um coleccionador curioso, era um invulgar cultor de tertúlias sobre o livro ou documento antigo e sempre muito solícito para ajudar investigadores e estudiosos.
Comprei nesse alfarrabista ao longo da última década cerca de uma centena de documentos, sobretudo relacionados com os Descobrimentos portugueses no Oriente. Muitos deles que só existiam para aquisição apenas naquele estabelecimento.
Bem haja para sempre sr. Almarjão!
E o estabelecimento continua em boas e sábias mãos.
11.11.08
hoje começa, comunidade de leitores do theatro circo

6.11.08
sexta, 7 nov, diana bar, póvoa de varzim

sexta, 7 nov, às 21.30h, no espaço biblioteca do antigo diana bar na praia da póvoa de varzim, apresentação informal do meu livro «o apocalipse dos trabalhadores». apresentação em casa, por isso, para encontrar amigos e todos quantos se interessem por livros neste espaço grande que é vila do conde junto com a póvoa de varzim. a entrada é livre, claro. e gostaria de vos ver, sem dúvida

































