9.4.09
8.4.09
7.4.09
6.4.09
colecção abrir os olhos - histórias de valter hugo mãe


a booklândia é uma chancela dedicada aos mais novos, pertença da quidnovi, editora já responsável pela publicação dos meus romances.
isto para vos dizer que estão à venda os dois primeiros volumes da colecção abrir os olhos - histórias de valter hugo mãe. são livros com letras maiúsculas, para não desensinar às crianças nada do que é o mundo mais louco dos adultos.
estas são as capas que abrem para as histórias e que me parecem - eu sei que sou suspeito - muito muito bonitas. se tiverem paciência, procurem-nos por aí.
«a verdadeira história dos pássaros» e «a história do homem calado».
5.4.09
4.4.09
3.4.09
god 'less america - 001

não resisto a copiar aqui um trecho do texto que maria do rosário pedreira publicou no excelente blogtailors
Bem sei que agora, que perdi a inocência nestas coisas e pude viajar mais, também já sei que essa grande percentagem de leitores do Reino Unido (que, curiosamente, está a diminuir pela primeira vez por causa da Internet e afins) lê, sobretudo, «trash», pelo que Portugal não faz senão herdar os tiques da globalização, embora com o atraso que lhe é típico. Bem sei que agora, que perdi a inocência nestas coisas, faço aqui o meu acto de contrição e digo que também eu publico livros que prometem vendas rápidas – mesmo procurando que tenham uma estrutura irrepreensível, não estupidifiquem os leitores e, sobretudo, não incluam linhas de pensamento redutoras – para, com esse dinheiro, poder publicar jovens que escrevem literatura séria. Bem sei que agora, com a criação do Plano Nacional de Leitura, todos os alunos – seja qual for a sua origem ou nível de ensino – têm igual acesso ao livro (e nas visitas que faço a escolas encontro sempre nas bibliotecas exemplares muito manuseados, o que é um óptimo sinal). Bem sei, para terminar, que ainda não se inventou nada melhor do que a democracia e que não estaria aqui a dar opiniões (ou a reflectir, melhor dito) se não tivesse passado por esse episódio mágico e absolutamente necessário aos 14 anos. Mas quanto mais infantilizados e incultos nos tornarmos, mais facilmente seremos dominados, tal como o fomos quando éramos maioritariamente analfabetos. Ler e dar a ler livros de qualidade não poderia então ser um dos nossos deveres para com a pátria?»
para ler na íntegra
as letras como poesia


acaba de me chegar às mãos o ensaio de vitorino almeida ventura «as letras como poesia». numa encarnação anterior este livro foi editado pela objecto cardíaco, mas nunca chegou a ser vendido, sequer. agora, e muito bem, a afrontamento recupera este texto, sempre actual e brilhante, e coloca-o à séria no mercado. para quem quer pensar sobre o que dizem alguns dos nossos melhores músicos de entre aqueles que se preocupam mesmo com o que dizem. sobre antónio avelar pinto, da banda do casaco, jp simões, carlos tê, rui reininho, adolfo luxúria canibal, manuel cruz, sérgio godinho e regina guimarães. um livro a não perder por quem lê música a valer
atenção leiria - é este sábado, amanhã. dia 4. com ana luísa amaral, por certo um luxo
workshop Escrita Criativa (Poesia)
por Ana Luísa Amaral
4 de Abril (sábado)
Destina-se a todos os interessados na escrita de poesia, nos seus contextos de produção e nos seus processos.
Objectivos: sensibilizar os participantes para os diversos tipos de escrita literária, para a reflexão sobre as práticas de escrita e para as potencialidades da linguagem, na sua vertente experimental (a exploração dos efeitos de musicalidade, por exemplo) ou de exercitadora de cidadania. Uma reflexão e prática que se deseja poder contribuir para, nesse enriquecimento da reflexão sobre a linguagem criativa, o enriquecimento do mundo.
Formadora: Ana Luísa Amaral. Nasceu em Lisboa em 1956, vive em Leça da Palmeira e ensina Literatura Inglesa, Literatura Comparada e Estudos Feministas na Faculdade de Letras do Porto, onde se doutorou em Literatura Norte-Americana com uma tese sobre Emily Dickinson. É autora de dez livros de poesia e dois livros infantis. Está representada em inúmeras antologias portuguesas e estrangeiras, onde se encontra traduzida para várias línguas. Editada no Brasil, a sua poesia será brevemente editada também em Itália e na Suécia. Em 2007, venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas, com o livro A Génese do Amor e, no mesmo ano, foi galardoada em Itália com o Prémio de Poesia Giuseppe Acerbi. Em 2008, com o livro Entre Dois Rios e Outras Noites, obteve o Grande Prémio de Poesia da APE (Associação Portuguesa de Escritores).
Local: Livraria Arquivo
Horário: 10h30 às 13h | 14h30 às 18h30
Preço: 75,00€
Data: 4 de Abril
Inscrições até ao dia 28 de Março, limitadas a 15 participantes.
Se está interessado em participar, por favor preencha os dados abaixo. As inscrições poderão ser feitas ao balcão da Livraria Arquivo, por telefone e por e-mail, só sendo consideradas válidas após oficialização do pagamento, que pode ser efectuado também através de transferência bancária, para Nib Livraria Arquivo : 0035 2044 00043076930 03 .
FICHA DE INSCRIÇÃO
WORKSHOP ESCRITA CRIATIVA (POESIA), por Ana Luísa Amaral
4 de Abril
- Nome:
- Formação Académica:
- Profissão:
- Morada de Contacto:
- Código Postal:
- Tel./ Telemóvel*:
- Principais interesses:
- E-mail*:
- Data:
*preenchimento obrigatório.
A realização do curso será condicionada a um número mínimo de 12 participantes. Caso não se atinja o numero mínimo desejado o valor da inscrição será devolvido na totalidade.
2.4.09
dia do livro infantil
1.4.09
31.3.09
29.3.09
26.3.09
25.3.09
8 e meio - 3ª edição
24.3.09
23.3.09
22.3.09
21.3.09
20.3.09
colectiva de primavera

19.3.09
18.3.09
17.3.09
um caso de vida ou de morte...
16.3.09
15.3.09
onde estou não tenho pesquisa. e quero sabeeeeeeeeerrrrrrr. ou talvez não se saiba. enfim. estas coisas perdem-se no tempo. malditinhas do caraças. não praguejes, ó. e quê?
13.3.09
olhe, vá bugiar, que já não tenho paciência para padres da minha moral. e meta uma coisa na cabeça, se é que depois consegue levantá-la do travesseiro com alguma coisa lá dentro, o corpinho é sagrado porque nos faz falta, mas é para usar, que se não se der uso emburrece de gestos e vai para a cova estúpido de todo.
e não me incomode mais. vá ler os cinco, que lá nunca ninguém tira a roupa, como deve ser. chiça.olívia palito, que aqui ninguém pode ouvir falar em pitainho
12.3.09
11.3.09
7.3.09
5.3.09
the human beasts
Esta Sexta-feira, a partir das 23 horas, no Shmoo Café, em Coimbra, estarei presente com os meus amigos El Mariachi e Themoteo Suspiro a passar discos. The Human Beasts Rock DJ Set ao vivo, suados e a cores, mono e stereo, sempre com a envolvência sensual do rock. Apareça quem estiver por perto. Já agora, preciso de um favor... Pretendo beber até desfalecer; alguém se oferece para me trazer o carro de volta?Nota: eu sou o Stage Blood, não o valter hugo mãe, ok?... Só para evitar que apareçam por lá a contar com o valter, como da última vez em Leiria. Obrigado.
3.3.09
2.3.09
1.3.09
correio da manhã, 30 anos
o prazo para participar acaba no dia 7 de março
28.2.09
o espaço que se segue é da exclusiva responsabilidade do tempo de antena
27.2.09
23.2.09
20.2.09
19.2.09
noite culta
na escola de frei joão
(antigo ciclo preparatório) em vila do conde
conversa com valter hugo mãe
(antigo estudante da frei joão)
informal e sem rede.
aberto à população.
entrada grátis e esperada de
muita gente que queira vir ver, afinal,
como está a escola da nossa terra
noite de culto
18.2.09
17.2.09
13.2.09
12.2.09
11.2.09
programa lado b, de pedro esteves, número 208 com textos do casadeosso
o excelente pedro esteves, responsável pelo programa lado b, surpreendeu-nos com a sua emissão número 208 por utilizar passagens deste blogue acompanhando uma selecção musical belíssima. e podem descarregar o programa limpinho e sem espinhas neste endereço, onde se guardam também as demais emissões. obrigado ao pedro pelo interesse, pelo cuidado e, sobretudo, pelo resultado que nos deixou mesmo mesmo contentes
este é o alinhamento musical do programa:
patrick bell - london, england (snow)
sunbears! - song 5 [it's to late] (for everyone)
william fitzsimmons - please don’t go (goodnight)
sin fang bous - a fire to sleep in (clangour)
the most serene republic - jazz ordinaire (phages)
10.2.09
9.2.09
correntes d'escritas
«vaticanadas». josé saramago, no seu blogue, irrita-se com o que me irrito também há muito tempo. irritem-se também, caramba. de uma vez por todas
«Ou vaticanices. Não suporto ver os senhores cardeais e os senhores bispos trajados com um luxo que escandalizaria o pobre Jesus de Nazaré, mal tapado com a sua túnica de péssimo pano, por muito inconsútil que tivesse sido e certamente não era, sem recordar o delirante desfile de moda eclesiástica que Fellini, genialmente, meteu em Oito e Meio para seu e nosso gozo. Estes senhores supõem-se investidos de um poder que só a nossa paciência tem feito durar. Dizem-se representantes de Deus na terra (nunca o viram e não têm a menor prova da sua existência) e passeiam-se pelo mundo suando hipocrisia por todos os poros. Talvez não mintam sempre, mas cada palavra que dizem ou escrevem tem por trás outra palavra que a nega ou limita, que a disfarça ou perverte. A tudo isto muitos de nós nos havíamos mais ou menos habituado antes de passarmos à indiferença, quando não ao desprezo. Diz-se que a assistência aos actos religiosos vem diminuindo rapidamente, mas eu permito-me sugerir que também serão em menor número até aquelas pessoas que, embora não sendo crentes, entravam numa igreja para disfrutar da beleza arquitectónica, das pinturas e esculturas, enfim de um cenário que a falsidade da doutrina que o sustenta afinal não merece.
Os senhores cardeais e os senhores bispos, incluindo obviamente o papa que os governa, não andam nada tranquilos. Apesar de viverem como parasitas da sociedade civil, as contas não lhes saem. Perante o lento mas implacável afundamento desse Titanic que foi a igreja católica, o papa e os seus acólitos, saudosos do tempo em que imperavam, em criminosa cumplicidade, o trono e o altar, recorrem agora a todos os meios, incluindo o da chantagem moral, para imiscuir-se na governação dos países, em particular aqueles que, por razões históricas e sociais ainda não ousaram cortar as sujeições que persistem em atá-los à instituição vaticana. Entristece-me esse temor (religioso?) que parece paralisar o governo espanhol sempre que tem de enfrentar-se não só a enviados papais, mas também aos seus “papas” domésticos. E digo ainda mais: como pessoa, como intelectual, como cidadão, ofende-me a displicência com que o papa e a sua gente tratam o governo de Rodriguez Zapatero, esse que o povo espanhol elegeu com inteira consciência. Pelos vistos, parece que alguém terá de atirar um sapato a um desses cardeais.»
6.2.09
londres
5.2.09
4.2.09
vêm aí concertos dos mão morta à maneira. daqueles para soltar os animais que vivem dentro de nós. vou ferrar. eu vou ferrar
| Teatro Sá da Bandeira | Porto | ||
| Centro de Artes do Espectáculo | Portalegre | ||
| Auditório | Torres Vedras | ||
| São Mamede | Guimarães | ||
| Auditório | Alcochete | ||
| Cinema São Jorge | Lisboa | ||
| Auditório | Abrantes |
quatro de fevereiro
divulgação - iniciativa do ferve em prol de quem se anda para aqui a queimar
«MAYDAY 2009 – O LUGAR ONDE NOS ENCONTRAMOS
De há uns anos a esta parte, diversos países têm vindo a assinalar o dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador/a, alertando especificamente para a situação dos/as trabalhadores/as precários/as. Esta iniciativa é conhecida como MayDay* e decorreu pela primeira vez em Portugal, em Lisboa, em 2007.
A expressão do descontentamento do precariado faz-se na rua, com uma parada que agrega trabalhadores/as sujeitos/as às actuais expressões da desregulação laboral: falsos recibos verdes, contratos a prazo, intermitência no espectáculo, desemprego, desemprecariedade, trabalho temporário ou estágios sem remuneração.
Após duas edições bem sucedidas em Lisboa, gostaríamos de dar amplitude a este descontentamento no Porto, unindo vontades e vozes múltiplas. A iniciativa parte do FERVE, mas dirige-se a todos: associações, sindicatos, companhias, colectivos, movimentos e pessoas interessadas em promover a mudança.
Por isso, convidamos-te a participar na primeira Assembleia Pública de discussão desta iniciativa, a decorrer no dia 10 de Fevereiro, às 21h30, no MAUS HÁBITOS (Rua Passos Manuel, 178, 4º andar - Porto).
*MayDay é um termo utilizado nas comunicações radiofónicas, marítimas ou aeronáuticas que significa "urgência" ou "socorro" e que deriva do francês "m'aidez" (ajudem-me).
MayDay 2008: http://maydaylisboa.blogspot. com
Precários Inflexíveis: http://www. precariosinflexiveis.blogspot. com»
2.2.09
verídico. deve haver gente que sabe criar cogumelos no lado de baixo do colchão. não pensei viver até um tempo tão avançado. é brilhante, sinceramente, é brilhante
1.2.09
31.1.09
john martyn
30.1.09
29.1.09
28.1.09
câmara de lobos
26.1.09
22.1.09
21.1.09
divulgação - colectivo silêncio da gaveta, para o dia mundial de poesia
20.1.09
novas edições


obrigado a quem compra e lê os meus livros. acabo de receber a
notícias de que, nos próximos dias, estarão nas livrarias a quarta edição de «o remorso de baltazar serapião» e a terceira de «o apocalipse dos trabalhadores». chancela da quidnovi. em 2009 será ainda reeditado o meu primeiro romance, «o nosso reino», esgotado há mais de um ano. manifesto assim o meu contentamento mas, sobretudo, a gratidão porque me é muito caro que de facto leiam e possam apreciar o meu trabalho, um trabalho tão dentro da pele quanto o amor que sinto pelos livros e pela escrita
19.1.09
joão aguardela
17.1.09
16.1.09
15.1.09
quinze de janeiro
13.1.09
12.1.09
11.1.09
rodrigues da silva
10.1.09
blogue convidado do público





































