28.5.09
agenda - maio / junho
m a i o
dia 28, quinta-feira, 21h30, encontro de poetas de vila do conde
org. bilioteca municipal de josé régio. mesa redonda comigo, luandino vieira e rosa alice branco.
dia 29, sexta-feira, 21h30, apresentação de «o processo», v.n.famalicão, centro de estudos camilianos
apresentação do filme «o processo», de orson welles, baseado na obra de kafka.
dia 30, sábado, 17h00, feira do livro do porto, com manuel jorge marmelo
conversa informal com vhm e manuel jorge marmelo.
dia 31, domingo, 19h, feira do livro de lagoa
conversa informal na biblioteca de lagoa, algarve
.
.
.
junho
dia 05, sexta-feira, 15h, feira do livro de arouca
conversa informal, incidindo especialmente na edição dos livros para crianças
dia 05, sexta-feira, 21h, feira do livro do porto
sessão de autógrafos
dia 28, quinta-feira, 21h30, encontro de poetas de vila do conde
org. bilioteca municipal de josé régio. mesa redonda comigo, luandino vieira e rosa alice branco.
dia 29, sexta-feira, 21h30, apresentação de «o processo», v.n.famalicão, centro de estudos camilianos
apresentação do filme «o processo», de orson welles, baseado na obra de kafka.
dia 30, sábado, 17h00, feira do livro do porto, com manuel jorge marmelo
conversa informal com vhm e manuel jorge marmelo.
dia 31, domingo, 19h, feira do livro de lagoa
conversa informal na biblioteca de lagoa, algarve
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junho
dia 05, sexta-feira, 15h, feira do livro de arouca
conversa informal, incidindo especialmente na edição dos livros para crianças
dia 05, sexta-feira, 21h, feira do livro do porto
sessão de autógrafos
27.5.09
tom waits e adolfo luxúria canibal

coffee and cigarettes...
tom waits em conversa com adolfo luxúria canibal.
ilustração para o blitz - algures por volta de 2005. o original, acrílico sobre papel (cerca de 40x40cm), está à venda para a angariação de fundos para sustentar o autor durante o mês de agosto na américa do norte. potenciais interessados, o endereço de email está aí ao lado.
fica bem em qualquer parede!
26.5.09
25.5.09
24.5.09
22.5.09
caramba, falar do star traque tem suscitado os mais animados comentários anónimos que eu, magnificamente, não permito que se publiquem. poupem-me. se querem insultar a minha liberdade de expressão com fascínios infantis por um filme de merda, ao menos ponham a cara à frente que eu não estou para aturar covardes
21.5.09
20.5.09
19.5.09
star traque
não sei por que raio me apanho ainda a ver destas coisas, mas fui ao star trek e saí de lá com menos cinco euros de frustração. de facto, não havia grandes razões para que esperasse ver um bom filme, mas o hype é do caraças e nós funcionamos - mesmo sem querer - com os hypes, como se fosse o estupor de um vírus duns porcos malvados. enfim.
o argumento básico e, como sempre, irrita mesmo é com aquelas coisas de filme para putos, que normalmente não se interessam pelos pormenores e atentam apenas no tamanho e na destreza das armas dos heróis. ora bem.
um.
há uma cena em que os mongos da enterprise precisam de aterrar numa plataforma esvoaçante que tem fogo no rabo e vêem-se aflitinhos para ali caírem de pára-quedas, vindos de um vai e vem daqueles pequeninos tipo bote de salva-vidas. um deles, prova de que o esforço é grande, até morre assim que chega à plataforma, porque não se segura e vai direitinho ao fogo no rabo e esturrica geral. ora, o que é espantoso é que, subitamente, quando em stress é necessário, os mongos sobreviventes falam para a nave e solicitam ser teletransportados. tunga. e vão parar direitinhos ao conforto da enterprise. depois, para a gente se rir, o spock diz, eu agora vou lá ao planeta dos spockianos porque quero salvar os meus pais e blá blá blá. e põe-se a jeito e é teletransportado para onde quer. foda-se. então não era preciso um pára-quedas e o perigo de morte de ir parar ao fogo no rabo e essa cena??? ai que caraças. então porque não teletransportaram logo os primeiros mongos para a porcaria da plataforma impedindo que um deles esturricasse e tudo?
ah, já sei, é que o rabo de fogo interferia com as cenas da nave e não dava para o truque. ou, por outro lado, é muito giro isto passar-se num ano estrelar não sei quantos mas depois, quando aquece, há que voltar a usar o corpinho e a força bruta como se fosse um rocky balboa a salvar o mundo.
dois.
o kirk, que é aparvalhado mas intuitivamente o maior, é mandado para um planeta qualquer todo gelado e vê-se ali sozinho, exilado. de repente, uns bichos mesmo muito muito zangados querem-no ferrar sem piedade e ele corre uns bocadinhos. aparece uma gruta mesmo a jeito, mete-se lá dentro e zás, o spock aparece com uma tocha e afugenta o monstro que tem muita garganta mas medo de um fósforo. agora, o interessante é que o spock é o spock futuro. o spock já com oitenta anos, e não o mesmo que ficara na nave e que expulsara kirk para o exilo. confusos? pois. quando o exilam, assim tipo, atirado para o espaço à sorte, ele tinha que ir dar logo logo ao lugar onde o futuro do spock penava como um grunho numa caverna gelada. caraigo. que tiro de sorte. e o spock, que diz coisas muito impressionantes, declara, há ali um lugar onde está um tipo que vai inventar a velocidade warp, mas ainda não sabe, e se a gente chegar lá ele põe uma nave a andar e tu podes voltar à enterprise e blá blá blá.
três.
saem os dois da caverna e vão ao encontro dessa cena e o caminho já nem parece longo, nem há monstros a chatear. que sorte. afinal aquilo é só frio, já não é muito perigoso. e quando chegam ao abrigo, está lá um totó que é inteligente mas não sabe, refastelado e com luz eléctrica e tudo. e a gente pensa, se o spock sabia daquela cena, por que raio estava numa gruta de gelo com uma fogueirinha pre-histórica a arder? hummm. deve gostar de ter o cu frio.
quatro
o spock mostra ao totó a equação que o totó inventou (???? quê? - pois, exacto, o totó inventou, mas precisa de ser o spock a vir do futuro para lhe dizer qual é - assim também eu) e lá se arranja uma navezita que serve para o resto do filme continuar nesta treta infantil com orçamento de gente grande.
olhem, querem saber que mais? esta coisa de menosprezarem o público achando que oferecerem um espectáculo de luz já basta, é nojenta. este filme, na verdade, só faz sentido para quem gostar de espectáculos de fogo de artifício, porque de resto é uma inanidade. devia ser projectado nas nuvens em noite de são joão. enquanto a gente come um gelado, os mongos davam o litro a fazerem de burros no céu
o argumento básico e, como sempre, irrita mesmo é com aquelas coisas de filme para putos, que normalmente não se interessam pelos pormenores e atentam apenas no tamanho e na destreza das armas dos heróis. ora bem.
um.
há uma cena em que os mongos da enterprise precisam de aterrar numa plataforma esvoaçante que tem fogo no rabo e vêem-se aflitinhos para ali caírem de pára-quedas, vindos de um vai e vem daqueles pequeninos tipo bote de salva-vidas. um deles, prova de que o esforço é grande, até morre assim que chega à plataforma, porque não se segura e vai direitinho ao fogo no rabo e esturrica geral. ora, o que é espantoso é que, subitamente, quando em stress é necessário, os mongos sobreviventes falam para a nave e solicitam ser teletransportados. tunga. e vão parar direitinhos ao conforto da enterprise. depois, para a gente se rir, o spock diz, eu agora vou lá ao planeta dos spockianos porque quero salvar os meus pais e blá blá blá. e põe-se a jeito e é teletransportado para onde quer. foda-se. então não era preciso um pára-quedas e o perigo de morte de ir parar ao fogo no rabo e essa cena??? ai que caraças. então porque não teletransportaram logo os primeiros mongos para a porcaria da plataforma impedindo que um deles esturricasse e tudo?
ah, já sei, é que o rabo de fogo interferia com as cenas da nave e não dava para o truque. ou, por outro lado, é muito giro isto passar-se num ano estrelar não sei quantos mas depois, quando aquece, há que voltar a usar o corpinho e a força bruta como se fosse um rocky balboa a salvar o mundo.
dois.
o kirk, que é aparvalhado mas intuitivamente o maior, é mandado para um planeta qualquer todo gelado e vê-se ali sozinho, exilado. de repente, uns bichos mesmo muito muito zangados querem-no ferrar sem piedade e ele corre uns bocadinhos. aparece uma gruta mesmo a jeito, mete-se lá dentro e zás, o spock aparece com uma tocha e afugenta o monstro que tem muita garganta mas medo de um fósforo. agora, o interessante é que o spock é o spock futuro. o spock já com oitenta anos, e não o mesmo que ficara na nave e que expulsara kirk para o exilo. confusos? pois. quando o exilam, assim tipo, atirado para o espaço à sorte, ele tinha que ir dar logo logo ao lugar onde o futuro do spock penava como um grunho numa caverna gelada. caraigo. que tiro de sorte. e o spock, que diz coisas muito impressionantes, declara, há ali um lugar onde está um tipo que vai inventar a velocidade warp, mas ainda não sabe, e se a gente chegar lá ele põe uma nave a andar e tu podes voltar à enterprise e blá blá blá.
três.
saem os dois da caverna e vão ao encontro dessa cena e o caminho já nem parece longo, nem há monstros a chatear. que sorte. afinal aquilo é só frio, já não é muito perigoso. e quando chegam ao abrigo, está lá um totó que é inteligente mas não sabe, refastelado e com luz eléctrica e tudo. e a gente pensa, se o spock sabia daquela cena, por que raio estava numa gruta de gelo com uma fogueirinha pre-histórica a arder? hummm. deve gostar de ter o cu frio.
quatro
o spock mostra ao totó a equação que o totó inventou (???? quê? - pois, exacto, o totó inventou, mas precisa de ser o spock a vir do futuro para lhe dizer qual é - assim também eu) e lá se arranja uma navezita que serve para o resto do filme continuar nesta treta infantil com orçamento de gente grande.
olhem, querem saber que mais? esta coisa de menosprezarem o público achando que oferecerem um espectáculo de luz já basta, é nojenta. este filme, na verdade, só faz sentido para quem gostar de espectáculos de fogo de artifício, porque de resto é uma inanidade. devia ser projectado nas nuvens em noite de são joão. enquanto a gente come um gelado, os mongos davam o litro a fazerem de burros no céu
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