28.1.10

um email que acabo de receber

1. Eu (Vera Mónica V Soares) fui abordada ontem à tarde, cerca das
15:30, no estacionamento do Gaia Shopping, por dois homens que me
perguntaram qual o tipo de perfume que eu usava e, se gostaria de
experimentar um tipo de perfume sensacional, que eles vendiam a um
preço de oferta.
2. Provavelmente eu teria aceitado se não tivesse recebido um mail,
algumas semanas antes, avisando-me sobre o golpe do perfume. Os dois
homens permaneciam entre os automóveis estacionados, imagino que
esperando que outra mulher aparecesse.
3. A uma senhora que ia na direcção deles preveni, dizendo que me
tinham avisado que nos shoppings ou Estacionamentos havia quem
abordava as pessoas para oferecer 'OLER', o perfume!MAS NÃO É PERFUME,
É ÉTER! Quando se desmaia, eles aproveitam para roubar tudo o que se
leva de valor e só Deus sabe que mais. Se não fosse o e-mail com que
me avisaram, provavelmente teria caído na tramóia. Copia esta mensagem
e envia-a a todos os teus amigos (as), já que consta que esta malta
está a operar em várias cidades. Isto não é uma brincadeira! Por
favor, envia isto também aos homens... Eles podem avisar outras
mulheres.

26.1.10

hello, young lovers...

joão quadros

ó joão quadros, como é suposto responder-lhe????
não deixou contacto.
meu mail:
correio@valterhugomae.com

21.1.10

my own private vegetable

my own private vegetable é um pin (5cm diâmetro) desenhado para a galeria de joalharia contemporânea adorna corações. disponível a partir de sábado, 23 de janeiro, numa edição limitade de 20 exemplares, assinados e numerados.

13.1.10

crónica no jornal de letras, de hoje em diante

a partir de hoje, no jornal de letras, encontram a minha crónica com o título genérico de «autobiografia imaginária». para transformar a vida em literatura

pub - poesia em vinyl, quinta 14 janeiro, lisboa com valter hugo mãe

«Organizado por Raquel Marinho e Luís Filipe Cristóvão, o Poesia em Vinyl acolhe todos os meses um poeta e os seus textos, numa sessão que decorre no restaurante Vinyl (Travessa da Galé, 36, em Alcântara, junto da antiga FIL), a partir das 21h30.

A primeira noite deste projecto está marcada para dia 14 de Janeiro, com valter hugo mãe a falar dos seus poemas – alguns dos quais serão lidos por Fernando Alves. Depois, haverá música com JP Simões.

A entrada é livre.»

12.1.10

«a máquina de fazer espanhóis», valter hugo mãe, novo romance, fim de janeiro nas livrarias

«a máquina de fazer espanhóis»
quase quase nas livrarias

foi hoje anunciada a minha passagem para o catálogo da editora objectiva, para integrar a chancela alfaguara, responsável, entre outros, pela edição do último livro do nick cave e do ricardo adolfo.
durante anos trabalhei, no que diz respeito aos romances, com maria do rosário pedreira e ana pereirinha, de início no âmbito da temas & debates e depois com marca quidnovi. neste momento, estamos todos os três de novidade, a maria do rosário porque passou este mês a integrar o grupo leya, num desafio grande de ocupar lugar numa mega-estratura, a ana que passa a ser única editora da casa quidnovi podendo pôr em prática todos os projectos pessoais em que acredite, e eu porque me envolvo com uma equipa nova e, certamente, com um outro modo de trabalhar.
passar a trabalhar com gente nova é um desafio, pela necessidade de se criarem cumplicidades que, neste universo tão subjectivo das letras, dependem de uma infinitude de sintonias. estou, no entanto, muito contente com a equipa que encontro na editora objectiva, liderada por alexandre vasconcelos e sá, com a qual facilmente desenvolvi uma amizade e um entusiasmo sempre crescente.
«a máquina de fazer espanhóis» é o título do meu novo romance, o quarto, depois de «o apocalipse dos trabalhadores» (2008), «o remorso de baltazar serapião» (2006) e «o nosso reino» (2004). em alguns dias estarão divulgadas mais informações sobre o conteúdo, capa e datas exactas de chegada às livrarias, bem como as datas para as primeiras apresentações oficiais em lisboa e no porto.
por agora importa-me dizer que é com a alegria de sempre que me preparo para editar mais um livro, e com mais alegria ainda pelo carinho e cuidado que tanta gente me tem dirigido, seja pelo email, no facebook ou em tantos encontros marcados ou casuais.
ainda um beijo grande à clara capitão, que me catou belissimamente as vírgulas e me convenceu de que a literatura é uma coisa de família, com muita ternura e simplicidade à mistura.

11.1.10

duvido que volte a cair neve enquanto eu estou a olhar. tenho os olhos quentes e aqueço tudo em redor. a espera põe-me assim. se vier chuva sou só eu a chorar

9.1.10

dez anos

e há dez anos, exactamente, morria o meu pai. é estranho como um dia tão distante parece guardar-se no tempo, como se voltasse, como se houvesse modo de o repetir. mas não se repete, apenas o sofrimento, a tristeza tão profunda e o frio que volta sempre nesta altura do ano, como comprometido, como culpado de alguma coisa. lentamente tornando-se um conhecido, como alguém que viu e volta para conversar sobre como foi

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência

já sem paciência