25.4.11

01. a ler em valência, espanha, por andrés navarro


primeiro contributo para o concurso «acreditem ou não, estou a ler um poema de valter hugo mãe aqui». o regulamento encontra-se aqui. muito obrigado ao andrés navarro e às duas tão queridas crianças pelo empenho. ficamos sensibilizados e achamos que começamos muito,muito, bem.

21.4.11

acreditem ou não, estou a ler um poema de valter hugo mãe aqui - concurso


concurso
«acreditem ou não, estou a ler um poema de valter hugo mãe aqui»

como participar:
agarras no telemóvel ou numa câmara de filmar qualquer, encontras um lugar que te agrade, escolhes um poema e filmas-te a ler. dizes qual o título do poema. publicas o vídeo no youtube e mandas ligação para partilharmos. se não te quiseres inscrever no youtube, envias-nos o vídeo por wetransfer.com e publicamos nós.
no título do vídeo, deve constar: «estou a ler valter hugo mãe aqui» e completam com o lugar a que se referem.
na publicação, nas etiquetas, para que as pesquisas encontrem o vosso trabalho sem dificuldade, devem colocar as palavras: valter hugo mãe estou a ler aqui. e acrescentam o lugar, o título do poema e o vosso nome, ou o nome com que estão a concorrer.

prémios:
um exemplar do trabalho «a máquina de fazer espanhóis» da autoria de esgar acelerado, os quatro romances de valter hugo mãe nas novas edições com novas capas («o nosso reino», «o remorso de baltazar serapião», «o apocalipse dos trabalhadores» e «a máquina de fazer espanhóis») e mais um exemplar do volume de poesia «contabilidade». o vencedor recebe ainda uma ilustração original de valter hugo mãe.

prazo:
15 de junho



14.4.11

uns mortinhos pequenos

blogue objectiva

a editora objectiva,
responsável pela chancela alfaguara em portugal,
e editora dos meus livros,
inaugura o seu blogue.
podem segui-lo por aqui:

9.4.11

cosmopoética 07 - transforma-se o tradutor na coisa traduzida

LIVRO DE PRESSÁGIOS


Valerá mais o bom por conhecer do que o mal conhecido.

Quem bem me quiser não me fará chorar.

Pensarei bem e acertarei.

Andarei como alma em alegria.


Sempre choverá ao gosto de todos.

Seremos muitos e a avó parirá.

Nenhum caminho levará a Roma.


Separarei o trigo do joio para ficar

com o joio, o trigo e tudo o mais.

*

do livro «Adulto extrangejo», Dvd Ediciones, Martín López-Vega, poeta e tradutor do meu livro «folclore íntimo».

8.4.11

cosmopoética 06

cosmopoética 05

cosmopoética 04

a velocidade de upload que a internet do hotel permite é deprimente. por causa disso, não posso imediatamente colocar no youtube a gravação que fiz do lêdo ivo a ler «o barulho do mar». numa mesa com charles simic, lêdo ivo ganha a audiência com a leitura de um intenso poema, um monumental poema que traz o brasil todo dentro, uma dolência e um respeito que nos deslumbrou a todos. fico contente de ter registado com o telemóvel o momento. ainda que a imagem não seja grande coisa, a voz está lá. a solenidade da voz. esse respeito que ele impôs e que se ficou a sentir. muito bom mesmo.
com o calor contínuo, o festival deste ano está a solicitar aos poetas hidratações estratégicas. esta tarde, a regressar a pé do lugar onde almoçamos todos os dias, o mundo daqui parecia uma caldeira e as coisas húmidas podiam fumegar. parece que se pode morrer com tal calor. dá medo. as pessoas dizem que no verão é pior. ainda bem que, na segunda-feira próxima, quando regresso às caxinas, ainda não verão. ou talvez já não pudesse regressar

cosmopoética 03

no blogue do babélia: aqui

7.4.11

cosmopoética 02

a abertura oficial de alessandro baricco foi inusitadamente cómica, com o seu intérprete adquirindo um protagonismo considerável. entre o italiano e o castelhano, enfim, se encontram semelhanças que nunca como agora saltaram aos olhos, ou aos ouvidos, de todos.
defendendo que não é poeta e que tudo o que sabe sobre a poesia leu em livros de prosa que não são sequer sobre poesia, baricco explicou como era peregrina a ideia de o convidarem a ele para abrir um grande evento de poetas. é verdade. foi uma ideia peregrina, desculpada por todos por causa de ser ele o autor desse belo «seda» (em portugal na dom quixote) que me parece ser uma coisa boa que já o aborrece. de cada vez que alguém lhe diz gostar muito dele, fala de «seda» como se a sua vida de autor começasse e acabasse naquelas pouco mais de cem páginas.
o lêdo ivo é quem me salva. comentamos sobre o calor e o cansaço. poderia escrever coisas longas e belas sobre ele. fica a promessa.

6.4.11

cosmopoética 01

ataca-me uma sinusite que aproveita a garganta inflamada que trouxe da madeira e nem a visão da catedral me sossega. hoje vou a uma escola com uns quantos autores, mas passarei o dia sobretudo a perseguir sinistramente o alessandro baricco, a ver se tenho com ele uma conversa sobre o "seda" e outras coisas magníficas.
o programa promete, durante a semana, tonino guerra e charles simic. o calor aumenta

4.4.11

«o osso da pila» visto por pedro vieira



o osso da pila

para o eduardo pires


pensávamos que se partíssemos o

osso da pila morríamos num instante sem

mais crescer, sem casar


pensávamos que o osso da pila era

o mais impressionante e que talvez fosse

articulado e que seria fundamental para crescer e para casar


pensávamos que faríamos filhos à

custa do osso da pila e que não os faríamos se

o partíssemos nem cresceríamos e nem poderíamos casar


pensávamos que casaríamos um dia, aterrorizados por

uma infância ansiosa, com as mãos no osso da pila para

o proteger, razão também pela qual achávamos ter podido

crescer e casar


pensávamos que o osso da pila justificava crescer e casar


não casámos, não partimos o osso da pila, crescemos,

devíamos ter morrido na infância, num instante


*

«o osso da pila», do livro o inimigo cá dentro, volume contabilidade, poesia 1996-2010, alfaguara 2010. pedro vieira pode ser encontrado aqui

festival literário da madeira na rua.MOV

festival literário da madeira. estou feio como as portas, mas importa o que digo

“NOVO AUTOR, PRIMEIRO LIVRO”

PRÉMIO LITERÁRIO

CADERNOS DO CAMPO ALEGRE

“NOVO AUTOR, PRIMEIRO LIVRO”

Regulamento

1 – Com o objectivo de incentivar a criação poética e o aparecimento de novos autores, bem como de reforçar a dinâmica cultural desenvolvida, desde 2001, na área das Leituras, através do ciclo poético “Quintas de Leitura”, e na área Editorial, através da publicação de vários livros, integrados na colecção “Cadernos do Campo Alegre”, a Fundação Ciência e Desenvolvimento (FCD) instituiu, com o patrocínio da Editora Objectiva (Objectiva), um prémio designado Prémio Literário Cadernos do Campo Alegre “Novo Autor, Primeiro Livro”, a atribuir, em 2011, à melhor obra inédita de poesia de um autor português sem qualquer obra publicada.

2 – O Prémio será atribuído anualmente, podendo o género literário a concurso variar de ano para ano.

3 – O anúncio do concurso de cada edição do Prémio é feito até 31 de Março de cada ano civil, no site da FCD (www.fcd-porto.pt) e no blogue das “Quintas de Leitura” (http://quintasdeleitura.blogspot.com).

4 – Podem concorrer ao Prémio autores portugueses que, à data de apresentação das obras a concurso, nunca tenham publicado qualquer obra. O autor vencedor não poderá concorrer novamente ao presente Prémio.

5 – Na edição de 2011, cada autor apenas pode concorrer com uma obra inédita de poesia escrita em língua portuguesa, com um mínimo de 25 e um máximo de 50 páginas.

6 – A obra a concurso deverá ser enviada em cinco exemplares, com tratamento de texto em tamanho A4, corpo 12, em caracteres ARIAL, devidamente encapados ou agrafados, por correio registado e com aviso de recepção, até 30 de Abril de 2011 (contando, para o efeito, a data do registo postal), para Fundação Ciência e Desenvolvimento (A/c Produtora Patrícia Vaz), Rua das Estrelas, s/n, 4150-762 Porto.

7 – Os exemplares da obra a enviar têm de ser assinados com pseudónimo não usado anteriormente e acompanhados de um envelope fechado, contendo, no seu interior, a identificação do autor e respectivos contactos (morada, telefone e e-mail).

8 – A FCD reserva-se o direito de não devolver as obras remetidas pelos concorrentes.

9 – A apresentação de obra a concurso implica a aceitação do regulamento na sua totalidade.

10 – O Prémio consiste na edição da obra premiada pela FCD e pela Objectiva (com uma tiragem mínima de 500 exemplares) e no pagamento dos direitos de autor dos exemplares vendidos exclusivamente pela Editora Objectiva no valor de 10% sobre o preço de capa. O autor premiado terá, ainda, direito a cinco exemplares gratuitos. O autor premiado compromete-se, também, a celebrar um contrato de autor com a Objectiva.

11 – A obra premiada será integrada na colecção “Cadernos do Campo Alegre” dirigida pela FCD.

12 – Para efeito de atribuição do Prémio, será constituído um Júri composto por cinco elementos de reconhecido mérito cultural, um dos quais representante da FCD e um outro em representação da Objectiva.

13 – O Júri pode propor a não atribuição do Prémio por falta de qualidade das obras a concurso.

14 – O Júri não pode, em caso algum, atribuir o Prémio a mais do que uma obra, mas pode propor a atribuição de Menções Honrosas.

15 – Da decisão do Júri não cabe recurso.

16 – Os casos omissos serão decididos pela FCD.

17 – Os resultados do Prémio serão publicitados no site da FCD até 30 de Junho de 2011.

18 – A atribuição do Prémio e apresentação da obra premiada será feita em sessão regular do ciclo poético “Quintas de Leitura” durante o ano de 2011.

Para mais esclarecimentos contactar:

FCD – Dra. Patrícia Vaz (Produtora)

Morada: Rua das Estrelas, s/n, 4150 – 762 Porto

Telefone: 226063017

Correio electrónico: pvaz@tca-porto.pt

28.3.11

Matilde Rosa Araújo homenageada na Trofa a 2 de Abril de 2011

Demonstrando o carinho e admiração por Matilde Rosa Araújo, a Câmara Municipal da Trofa presta uma homenagem à autora no próximo dia 2 de Abril. De recordar que a Autarquia Trofense consagrou o nome do Concurso Literário Lusófono da Trofa – Prémio Matilde Rosa Araújo à escritora.

A autarquia dedica, desta forma, o ano de 2011 como ano de homenagem a esta escritora e autora “amiga” da Trofa. O dia 2 de Abril, Dia Internacional do Livro Infantil, ficará, por isso, marcado na Trofa, por esta sessão de homenagem a Matilde Rosa Araújo. Assim, pelas 15h30, decorrerá o Descerramento da Placa Toponímica da Rua Matilde Rosa Araújo, na freguesia de S. Martinho de Bougado.

A homenagem continua pelas 16h30, com a atribuição da designação “Sala Matilde Rosa Araújo” à Sala de Leitura Infanto-Juvenil” da Biblioteca Municipal localizada na Casa da Cultura da Trofa.

Na ocasião será ainda inauguração uma Mostra Bibliográfica sobre a autora, seguindo-se a abertura oficial da exposição de ilustração “Um Olhar de Menina” de Marta Madureira, na Casa da Cultura da Trofa.

Autora de livros de contos e poesias para adultos, bem como de livros de contos e poesia para crianças, Matilde Rosa Araújo dedicou-se à defesa dos direitos das crianças, tendo recebido o Grande Prémio de Literatura para Crianças, em 1980, pela Fundação Calouste Gulbenkian, e o prémio para o melhor livro infantil “ Fadas Verdes”, em 1996, pela mesma Fundação. Matilde Rosa Araújo recebeu também o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e foi igualmente, distinguida com o Prémio Carreira, da Sociedade Portuguesa de Autores.

Madrinha do Concurso Literário Nacional Conto Infantil, desde 2005, designado agora por Concurso Literário Lusófono da Trofa – Prémio Matilde Rosa Araújo, a autora visitou a Trofa com regularidade para assistir aos vários concertos dos Meninos Cantores do Município da Trofa, que várias vezes interpretaram algumas das suas obras, como “ As Cançõezinhas de Tila” e “Anjos de Pijama”.

A Câmara Municipal da Trofa presta assim, um tributo à autora e escritora Matilde Rosa Araújo, que estabeleceu uma ligação tão próxima com o Concelho Trofense e com as crianças e jovens locais

17.3.11

Gente Gulosa - Inaugura amanhã, 18 Março



Um par de imagens que ficaram de fora da exposição que amanhã, 18 de Março, inauguro na galeria Sput&nik, thewindow, na praça do Marquês, Porto, pelas 21h30.

3.3.11

Gente Gulosa - Exposição




é com grande entusiasmo que comunico a minha nova exposição de ilustração (e alguma pintura), com inauguração a 18 de Março, pelas 21h30 na Sput&nik.




Gente Gulosa
Exposição de Ilustração de Esgar Acelerado


Sput&nik thewindow

praça marquês do pombal, 169 | porto

Inaugura a 18 de Março, pelas 21h30
Patente até 23 de Abril
Sexta e Sábado das 17h30 às 20h30 (por marcação)
sputenik169@gmail.com


…………………………………………………………………..


Gente Gulosa
sobre o magnífico trabalho do Esgar Acelerado
valter hugo mãe

Tenho sempre a ideia de que as personagens do Esgar Acelerado trazem um ar de gula pelas coisas, uma gula pela vida com o seu aspecto frequentemente esbugalhado, de expressão grande e intensa. São uma colecção muito terna de figuras que mesclam o universo da bd com o da ilustração, entre o mais pragmático do primeiro género e o mais lírico do segundo. Eu tenho sempre a sensação do divertido que se junta a uma sensibilidade fremente e que leva tantas vezes a um tom também dramático, melancólico, desde logo romântico. Eu acho que o Esgar cria como se fizesse as imagens florirem, porque a profusão de cores ajardina tudo, faz do que vemos bouquets radiantes. Criar como fazendo imagens florirem é só possivel para quem sabe prezar a delicadeza, para quem encontrou um ponto sensí́vel a partir do qual seja razoá́vel o exercício dessa liberdade invejável de se divertir, confessar, deslumbrar e aperfeiçoar pela pulsão expressiva. Há uma aceleração das emocções, um modo de boa gula, uma energia amistosa que irradia das imagens como se fosse o jardim, afinal, que nos rega e nos fertiliza, os seduzidos espectadores.

23.2.11

Sete estórias do vento salgado


Uma das minhas ilustrações para Sete estórias do vento salgado, de Ana Paula Mateus, obra vencedora do Prémio Fundação Dr. Luís Rainha nas Correntes d'Escritas 2011.

14.2.11

valentim

8.2.11

a


17.1.11

3 cartazes

2011 iniciou-se em grande, no que a trabalho diz respeito: 3 convites para desenhar 3 cartazes. Aqui fica o resultado, com os votos de um bom ano para quem visita a casadeosso.



10.1.11

no brasil, fim de janeiro. editora 34

200 p. - 14 x 21 cm
ISBN 978-85-7326-459-3
2010 - 1ª edição (Acordo Ortográfico)
Prêmio José Saramago de melhor romance - 2007

Vencedor do Prêmio Literário José Saramago em 2007, este livro de valter hugo mãe — poeta, romancista, artista plástico e cantor nascido em 1971 — foi saudado pelo grande escritor português como "uma revolução", um verdadeiro "tsunami literário". Com linguagem exuberante, relata a desastrada existência dos sargas, "nascidos de pai e vaca", e as desventuras de seu primogênito, baltazar serapião, o narrador da história, tragicamente enamorado por ermesinda, de extrema beleza.
Fruto de uma invenção radical, que combina tempos, ritmos e oralidades arcaicos, primitivos, com um recorte narrativo altamente contemporâneo, o remorso de baltazar serapião é daqueles livros excepcionais que parece ter encontrado uma tecla secreta da linguagem, que a dispara e faz florescer de maneira incomparável. Não foi por outra razão que o próprio Saramago, ao lê-lo, afirmou: "às vezes tive a impressão de assistir a um novo parto da língua portuguesa".

16.12.10

1.12.10

walter, wassily e paul


Depois de não sei quantos dias a tentar ensinar História do Design a miúdos de 15 anos que mal se conseguem manter concentrados por 5 minutos, tinha de desenhar qualquer coisa para relaxar...

24.11.10

quinta, 25 nov, 21h30, livraria centésima página em braga




apresentação do livro «contabilidade», poesia reunida. leitura por pedro lamares, conversa à mistura.
exposição «a alma ao diabo a preços trágicos», ilustrações a serem conferidas nesta ligação.
entrada livre. estão todos convidados.
quinta, 25 nov, 21h30
livraria centésima página em braga

17.11.10

quinta 18 de novembro, 21h30, lisboa

O Taxidermista


O meu novo website está online.
De cara lavada, com novos trabalhos, mais bonito e interactivo.
Estou contente.

8.11.10

31.10.10

palmarés 8 e meio

Concluiu-se ontem a IV edição do concurso de vídeo escolar 8 e Meio, destinado aos alunos do ensino secundário. Aqui ficam alguns dos premiados.


1º Prémio Categoria Geral
ODE DIFÍCIL
Geral | 04'19''
Pedro Mota Tavares
EA Soares dos Reis - Porto
Um pai e uma filha habitam um típico bairro português. Ela ambiciona libertar-se da dependência paternal, mas para isso terá que abdicar dos laços de sangue para prosseguir com a própria vida. Por sua vez, o pai não tolera o abandono e mantém-na próxima de si, sufocando-a.


1º Prémio Animação | Acumulou Prémio do Público
COZIDO À PORTUGUESA
Animação | 05'34''
Natália de Azevedo Andrade
EA Soares dos Reis - Porto
A história da jovem Maria Rita desenvolveu-se numa descrição dinâmica e interactiva, que tanto passa pelo mundo exterior como caminha pelo seu lado psicológico.



Prémio 8 e Meio
RELAÇÕES OBSCURAS
Geral | 05'13''
Lucas Neves e Isabel Ramos
Instituto Artes e Imagem - Porto
A curta-metragem Relações Obscuras revela-nos uma visão mais negra e pessimista da humanidade. Ao longo de uma sequência de acções simples e simbólicas, dramaticamente apresentadas em slow motion, o espectador apercebe-se de um conjunto de conceitos tratados de forma leve, mas marcante, nomeadamente, a prostituição, a vaidade, o medo, a infelicidade, o abuso, a exploração e a violência.


Ver o palmarés completo na página vímeo do 8 e Meio aqui.

13.10.10

IV concurso de vídeo escolar 8 e meio - vídeo promocional e programa


IV Concurso de Vídeo Escolar 8 e Meio
29 e 30 de Outubro | Diana Bar | Póvoa de Varzim

A IV edição do Concurso de Vídeo Escolar 8 e Meio entra na sua recta final. A cerimónia de encerramento decorrerá nos dias 29 e 30 de Outubro, no Diana Bar, espaço mítico de tertúlia de nomes como Manoel de Oliveira e José Régio, agora transformado em Biblioteca, no areal da Póvoa de Varzim.

Na edição deste ano foram recebidos a concurso 105 filmes oriundos de 37 escolas secundárias, número que duplica as participações da edição anterior e que confirma definitivamente o concurso 8 e Meio como o maior evento nacional de vídeo escolar.

PROGRAMA

Dia 29, Sexta-feira
22H00 | SESSÃO 1 - Projecção de filmes a concurso

Dia 30, Sábado
16H00 | SESSÃO 2 - Projecção de filmes a concurso
18H00 | SESSÃO 3 - Projecção de filmes a concurso
22H00 | CERIMÓNIA DE ENCERRAMENTO - Projecção dos filmes premiados, entrega de prémios, sessão de poesia por Isaque Ferreira (João César Monteiro: Agente Provocador) e secção Talento Extra, uma selecção de filmes da produtora Filmes da Mente 

«o livro da avó», do luís silva


depois de ter esgotado a sua primeira edição, «o livro da avó», do luís silva, volta a estar disponível nas livrarias num novo formato, mais confortável, diria eu.
foi vencedor do prémio bissaya barreto de literatura infantil e tornou-se instantaneamente num clássico do género. vive das ilustrações impecáveis do luís, vive do texto que, sendo tão sucinto, contém uma delicadeza e profunda humanidade que não pode deixar ninguém indiferente.
serve esta mensagem para passar a palavra. podem consultar o livro nesta ligação. podem encontrar o livro um pouco por todo o lado.
entretanto, a edição brasileira do mesmo deverá acontecer brevemente, através da editora escrita fina. uma editora de juízo, com certeza. a edição portuguesa é da afrontamento.
podem conhecer melhor o trabalho do luís através da sua página pessoal.

11.10.10

facebook vhm

para tantos que me escrevem emails dizendo que não conseguem que enviar-me pedido de amizade no facebook, fica o endereço do perfil onde posso ainda adicionar alguém:
http://www.facebook.com/profile.php?id=100000706843674
e não sou eu quem recusa os pedidos, é automaticamente o programa. eu não recebo qualquer informação além dos emails de quem tentou e não conseguiu.
e o abraço de sempre

7.10.10

let it slide

Por estes lados continua-se a desenhar capas para livros que nunca existirão...

5.10.10

the model

Quando tenho algum tempo livre gosto de desenhar capas para livros que nunca existirão.

16.9.10

man of sorrows - giclée print


man of sorrows - giclée print
edição de 5 exemplares, assinados e numerados

15.9.10

francisco ribeiro

faleceu o francisco ribeiro. filho da puta de dia de merda. morreu o maravilhoso francisco ribeiro.
aqui também

27.8.10

armazém do chá

Esta noite, a partir das 23h30, estarei no Armazém do Chá, Porto, a passar discos.

18.8.10

a partir de setembro - «o rosto», com ilustrações de isabel lhano

a partir de setembro - «as mais belas coisas do mundo», com ilustrações do paulo sérgio beju

dona claudete, a nossa noite foi um erro. devemos, o mais depressa possível, regressar aos dias distantes. essa vizinhança mais desinteressada em que um cumprimento já basta para a educação e cumpre expectativas. esta nossa noite, dona claudete, vai ser apagada das memórias de cada átomo. prometa-mo, por favor

11.8.10

sab 14, 18h30

sábado, 14 de agosto, às 18h30, na feira do livro da póvoa de varzim, pré-lançamento de dois livros ilustrados para os mais novos. «as mais belas coisas do mundo», com ilustrações de paulo sérgio beju, e «o rosto», com ilustrações de isabel lhano. textos de valter hugo mãe, pois.
entrada livre. apareçam por favor

10.8.10

mr. esgar's jukebox

Open publication

mr. esgar's jukebox

9.8.10


7.8.10

no café aqui de baixo uma mulher encorpada prometeu coça aos homens todos. tive vergonha de dizer que gostava de experimentar. assim, como dizer, só um bocadinho. porque era uma senhora e tanto

psycho blonde nas histórias do cinema II




PSYCHO BLONDE
Formados por Carlos Fortes (guitarra), Fernando Gonçalves (bateria), Pedro Zappa (baixo), Ricardo Carvalho (guitarra) e Sandra Cruz (voz), os Psycho Blonde são um projecto musical que reuniu um grupo de amigos do Clube 8 e Meio (e ex-alunos da ESEQ, casa-mãe do clube), para uma apresentação única. O concerto teve lugar na Biblioteca Rocha Peixoto, na inauguração da exposição Histórias do Cinema II, no passado dia 23 de Julho de 2010.
Vídeo realizado com diversas gravações de espectadores presentes. (Som ambiente)

6.8.10

dona claudete, foi glorioso que o destino nos reunisse de novo. nunca diria que a veria assim, magra, até mais alta. estava um luxo de cidadã. minha senhora, vou repensar o modo como penso em si. depois digo-lhe como ficou

4.8.10

doente e de cama e arreliado e com calor e sem pachorra e sem fome