15.3.05

março

no cimo da rua vi uma fogueira ateada. mas não era de se ver, era só de sentir, por isso niguém mais o percebeu nem ficou ali pelas horas que eu fiquei

5 comentários:

  1. Eu quero esse desporto do olhar, a juventude
    esvaindo
    na consciência

    Por dentro aceder ao intocado gesto, o rosto
    em desalinho, agora,
    quero

    Beber de novo
    a frescura
    do possível.

    [um poema com um abraço do r. v.]

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  2. Eu quero esse desporto do olhar, a juventude
    esvaindo
    na consciência

    Por dentro aceder ao intocado gesto, o rosto
    em desalinho, agora,
    quero

    Beber de novo
    a frescura
    do possível.

    [um poema com um abraço do r. v.]

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  3. Eu quero esse desporto do olhar, a juventude
    esvaindo
    na consciência

    Por dentro aceder ao intocado gesto, o rosto
    em desalinho, agora,
    quero

    Beber de novo
    a frescura
    do possível.

    [um poema com um abraço do r. v.]

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  4. Comento com um sorriso. Admitido à categoria de poesia? :)

    Ps-gosto muito do teu blog.

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  5. há momentos como esse, de uma solidão absoluta... não me são estranhos de todo...

    abraço

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