26.9.07

imagem de rui effe, poema de valter hugo mãe



somos uma árvore nem sempre
pensada. vimos uns dos outros como
se fossemos terra uns dos outros, terra e
sangue, ágil sobre o tempo por
instinto e uma certa paixão. somos
uma árvore nem sempre erguida.
temo-nos uns aos outros como
causas e efeitos em busca dos
caminhos e uma certa paixão.
somos uma árvore nem sempre
razoável. magoamo-nos uns aos
outros como necessitados de coisas
más sem grandes razões e de
uma certa paixão

6 comentários:

  1. ...
    um murro no estômago seguido de um beijo.

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  2. somos essa amálgama viva...

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  3. Teve de ser... Robei este poema.
    Rosa

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  4. Bem vistas as coisas...palavra curiosa, talvez com origens remotas no Robe, essa vestimenta tão confortável...

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