31.1.09

beije-me de novo quando me apanhar sozinho em casa. gostei. não quero que isto acabe nunca. dá-me gozo, sei lá, deve ser com certeza isso do amor

5 comentários:

  1. do apocalipse dos trabalhadores:

    "uma escrita por dentro da pele". é esse, certamente, o segredo, o fascínio deste romance. isso, e o amor imenso que dessa escrita se desprende. a cada folha lida, partilhada, volatilizando-se. contaminando-nos. 'porque o amor não cabe quieto no espaço tão pequeno que é o corpo de uma mulher'.
    no de um livro também não.

    obrigada, valter hugo. e que venha um romance novo, depressa, urgentemente.

    bjs

    ResponderEliminar
  2. Que vizinhas tu tens. Quem me dera....

    ResponderEliminar
  3. e mesmo que acabe, pensamos nisso depois. "beije-me de novo quando me apanhar sozinho em casa." esqueci-me de dizer que estou sempre sozinho. sou um solitário. no fundo, acho que somos todos.
    quanto ao amor. ele existe?
    Beijao valter. quando voltas a lisboa?
    meghy

    ResponderEliminar
  4. A casa deve estar assombrada, possuída por espíritos fogosos que não resistem ao apelo da carne.

    ResponderEliminar