3.5.07

hoje vou à escola secundária de amares falar sobre o que acontece nos corpos no momento em a um falta o que ao outro sobeja. não sei se será confuso, mas para mim é algo muito nítido, e adorarei discorrer longamente até enlouquecermos todos de tanta ideia brilhante

8 comentários:

  1. Anónimo3/5/07 13:40

    ... gostava de ouvir isso. para mim não é assim tão nítida essa razão-limite das coisas.
    um beijo!
    [maf-que-nunca-consegue-fazer-login*]

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  2. Anónimo3/5/07 15:24

    valter, que me dizes do prémio sebastião da gama ganho pelo papa-concursos n.º 2?
    ainda por cima com um júri composto por gente que não o grama nem com molho de tomate, hihihihi
    e até houve uma menção honrosa para o candidato a próximo papa-concursos n.º 1 (sim, sim... o letria e o batista que se ponham a pau), que por acaso (e mesmo, mesmo, mesmo, mas só mesmo, mesmo por acaso) acaba de editar um livro do outro
    enfim, vidas!

    em boa hora te retiraste

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  3. Dava quase tudo para saber como vão os alunos reagir em Amares. Quem sabe o que sabem eles sobre corpos, falta e excesso...Itzeuy

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  4. Como dizia o Espinosa: não sabemos o que pode um corpo!

    Tens uma referência porreira no panorama filosófico actual, o livro do Onfray, "Teoria do Corpo Amoroso". Provavelmente a ideia mais fértil de todo o livro é a recusa da linhagem metafísica tradicional, que indexa o desejo à falta e à carência, tradição que tem duas matrizes: o mito do hermafrodita de Platão e a filosofia cristã. Contra esta vertente histórica, o gajo defende uma metafísica materialista, centrada no corpo, que entende o desejo como excesso. Não se trata de nostalgia do Todo perdido, de dor na alma, mas de pura e ilimitada vontade de compor.

    Abraço

    (voltei ao meu velho nick. Parece que o chá e as bolachas me sobejam)

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  5. Podias levar uns destes na algibeira e distribuir clandestinamente aos putos. Hoje não houvem falar de mais nada a não ser de "cidadania" e de paleio roto moralista em que ninguém acredita mas todos repetem à exaustão, no esforço abnegado de tentar estragar os melhores anos na vida dos putos, formatando-os para esta corrida idiota para lado nenhum.

    A ver se ao menos a próxima geração não sai tão heideggeriana, tão pró-teologia e tão saudosista do Ser como a minha. A ver se dão um novo sentido à palavra "revolta" que não a catequese revoltante e acéfala da MTV e do MCM.

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  6. Bom tema para discorrer. Na verdade, já tinha até pensado em pegar no que me sobra e dar a alguém mas até agora ninguém quis...
    Pode ser que um dia as apreciem!
    Boa sorte para na dissertação!

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  7. .
    ui! isso é deliciosamente obsessivo!
    .

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