16.1.07

não te acusei de nada, talvez me tenhas
entendido mal. disse apenas que estou
de coração fechado para um amor eterno,
prefiro paixões intensas e passageiras que
me possam até matar de súbito, mesmo sem
querer. não sei por que razão fiquei
assim, sem medo, sem nada a perder.
espero que possas aceitar o que te digo e
investir tudo sem reservas, consciente de
que investes em algo que até pode perdurar
mas anseia cruelmente pelo efémero

imagem de rui effe

6 comentários:

  1. floresta de quimeras16/1/07 03:34

    assim se vive melhor o amor.
    não vivê-lo por demasiado tempo.

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  2. floresta de quimeras16/1/07 03:46

    mas há quem não consiga entregar-se a esse amor. a ideia da incerteza; de ter de conquistar alguém constantemente. sem compromissos. pode assustar...

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  3. Má língua16/1/07 05:46

    Eis o resultado de meses em S. Paulo: O poliamor aplicado a Paços de Ferreira! lol

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  4. Lindo...
    E por que não..., não é mesmo?

    Beijos
    Cris

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  5. (do cruel e doce efémero...)

    bela associação de sensibilidades...

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  6. ola Amigo,

    decido fazer o que me disseste e criei uma treta nova para encher o congestionado espaço cibernetico.

    http://phoenixocean.blogspot.com/

    ainda não sei trabalhar muito bem com aquilo... mas vamos ver o que sai dali (palavras mal escritas de certeza)

    Abraço deste cromo

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